FRELIMO precisa de 1,2 milhões de euros para recuperar sedes vandalizadas na Zambézia

 


A Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), partido no poder desde 1975, anunciou que necessita de cerca de 1,2 milhões de euros para reabilitar 25 sedes vandalizadas na província da Zambézia, durante as manifestações pós-eleitorais.

De acordo com Francisco Nangura, primeiro secretário da FRELIMO na Zambézia, a avaliação feita aponta para um montante aproximado de 89 milhões de meticais para a recuperação das sedes totalmente e parcialmente destruídas. Nangura explicou que o partido depende das quotas dos seus membros para financiar estas obras, o que tem tornado o processo difícil.

Apesar dos desafios, o dirigente assegurou que o partido mantém a organização e já iniciou a reabilitação das sedes no distrito de Alto Molócue e na cidade de Mocuba, com o objetivo de permitir o funcionamento progressivo das estruturas.



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