Como Garantir a Representação das Mulheres no Diálogo Nacional Inclusivo em Moçambique?

 


O papel das mulheres no Diálogo Nacional Inclusivo volta a estar no centro das atenções, com organizações femininas e parceiros internacionais a defenderem maior visibilidade e participação efetiva neste processo. Sob o lema “As caras e vozes das mulheres contam”, diversas entidades reuniram-se esta terça-feira, em Maputo, com o objetivo de reforçar a integração da perspetiva de género nas decisões que moldarão o futuro do país.

Durante o encontro, Paula Monjane, representante do CESC – Programa Aliadas, destacou a necessidade de que os dez eixos de reforma sejam concebidos de forma a refletir as demandas e realidades das mulheres moçambicanas, respeitando a diversidade e garantindo que as suas preocupações sejam tidas em conta nas propostas políticas e sociais.

Com o apoio de parceiros como a ONU Mulheres, o encontro reforçou o apelo para que o processo do Diálogo Nacional Inclusivo seja verdadeiramente representativo e sensível às questões de género. As participantes sublinharam que a voz das mulheres deve estar presente não apenas como testemunho, mas como força decisória, contribuindo de forma ativa para uma Moçambique mais justa, inclusiva e equitativa.

Postar um comentário

0 Comentários