Durante muitos anos, parte da mídia difundiu a ideia de que Michael Jackson estaria a clarear a pele por não querer ser negro, criando um mito que se espalhou pelo mundo. No entanto, essa narrativa não corresponde aos factos.
O próprio artista explicou, em vida, que sofria de vitiligo, uma doença que provoca a perda de pigmentação da pele, resultando em manchas claras. Em 1993, durante uma entrevista com Oprah Winfrey, Michael Jackson afirmou que utilizava maquilhagem para uniformizar o tom da pele e reforçou que tinha orgulho na sua identidade.
Após a sua morte, em 2009, o relatório forense confirmou o diagnóstico da doença. Nos anos 80, o vitiligo ainda era pouco conhecido pelo público, o que contribuiu para interpretações erradas sobre a mudança na sua aparência. Em casos mais avançados, especialistas recomendam a despigmentação do restante da pele para obter um tom uniforme, explicando assim a transformação visual do artista ao longo dos anos.

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